Learning role in society

Learning role in society

21/11/2011

Diva Project (a EU LLL financed project)

14 november 2011
Public presentation of results on Diva Project in Lisboa.
Diva aimed to carry out studies about successful educational projects, to evaluate them based on defined criteria and to elaborate a good practices catalogue and recommendations for those who are planning and implementing projects, as well as for funding authorities. 

European Institute for Longlife Learning

08 november in Brussels the public presentation of the http://www.ei-ll.eu/ European Institute for Longlife Learning lead by Eucis platform.
A digital platform centered on edition of issues related to the subject. Each EU contry with a correspondent (contact point and delegate).
At the project and generation team.  

Great - Gamebased Research on Education and Action Training

November. Some events and results of previous work.
ProjectGreat . A Long Lige Learning financed european project. APG is the promotor and coordinator.
A Project on Game based learning. New ways for the future of learning.
Launching day in Lisboa - 04 november. What are the Products? Contracted:
- a web based assessment tool for trainers and training companies
- a methodology for using games in training.
 Kickoff meeting-10/11 november in Bucharest. First approcah for cooperation and collaboration on workflow. A to do list was achieved. 

01/11/2011

Como medir os Resultados dos efeitos de interacção do trabalho em rede?

Neste novo mundo de valores intangíveis, precisamos de recentrar os nossos melhores contributos. Certamente que passam por investir no reforço das interacções e das relações em Rede das nossas Pessoas.

Deve-se recorrer a técnicas de: inquérito; focus group; briefing/debriefing; grupos de discussão; redes internas de partilha; comunidades de prática; ambientes informais de aprendizagem; redes colaborativas.
Este um futuro previsível para o Retorno do Investimento organizacional.
As Políticas públicas deveriam prestar mais atenção ao ensino / aprendizagem pessoal numa perspectiva de visão nacional para a aprendizagem ao longo da vida. (eis o Tal super - ministério que precisamos!)
Considerando as alterações demográficas, as restrições orçamentais e os desafios à nossa frente para abrir ainda mais os nossos sistemas, é essencial para recrutar e manter profissionais qualificados (professores, educadores, consultores, conselheiros, etc) em nossos sistemas. Esses profissionais são os únicos que podem fazer ao longo da vida uma realidade.
Para se ter sistemas eficientes e equitativos, a formação deve incluir elementos pedagógicos (desenvolvimento e utilização de técnicas de ensino e aprendizagem), prepará-los para desenvolver parcerias (por exemplo módulos comuns para os trabalhadores) e fomentar a mobilidade .
Fazer parte de uma rede europeia, por exemplo, permite-lhes melhorar a qualidade da sua aprendizagem, a sua motivação, a sua capacidade de inovar e produzir mais.
“Last but not least”, o ambiente e contexto de aprendizagem precisa ser sustentável, e assegurar os alunos e educadores (que são todos os profissionais da empresa/organização) bem-estar.
Isso exige um esforço maior, em nome de instituições e organizações, mas também exige um esforço dos indivíduos que têm de adquirir a base para um novo papel: aprendendo a tornar-se o actor do seu próprio caminho, aproveitando todas as situações em que participa, dialogando com as instituições sobre a base de sua formação anterior (formal, não formal e informal).
Lisboa 09 de outubro 2011

Etelberto Costa

Redes Sociais e de Conhecimento

É sabido que criar territórios de partilha de novos conhecimentos conduz à inovação.

Um tipo específico de aprendizagem em rede (ConnectLearning), que se baseia no conectivismo (Siemens, 2006) e no construtivismo, e as abordagens de aprendizagem situacional, estão a fazer mudar os cenários de aprendizagem. A ênfase está a migrar para os contextos e ambientes.
O que já se sabe, contudo, é que é possível, até desejável, alavancar o poder da aprendizagem informal para se alcançarem resultados que podem ser efectivamente medidos.
Em Portugal, nos últimos dois anos a utilização das Redes Sociais massificou-se (situamos este epifenómeno em Maio de 2009) , e sites como o Facebook, passaram de “espaços exclusivos dos jovens” para um “espaços de presença incontornável” para profissionais e empresas.
Um dos principais desafios para os líderes do séc. XXI é criarem “fábricas” de ideias. (Luísa António. Cegoc, 2011)
Pode acrescentar-se a estes aspectos um sétimo: a lealdade. Segundo Teresa Salis (INA, 2011) …”deve-se lembrar a propósito a expressão inglesa ROL – Return on Loyalty que surge como provocação à conhecida ROI – Return on Investment”.
Muitos lideres e gestores estão na encruzilhada (como se houvesse alternativa para o desenrolar da História perante os nossos olhos). Alguns optaram pelo caminho mais fácil: - proibir! Outros, experimentam, ensaiam e envolvem equipas de trabalho retirando daí dividendos e vantagens.
Alguns lideres da opinião nacional tomam posição frontalmente contra (vendo ameaçados os seus privilégios de detentores e influenciadores da verdade).”enquanto posso, permitam-me um desabafo: este mundo, esta irresistível vida em rede, é uma sociedade mentalmente doente, que não leva a um mundo melhor. Não torna os povos mais bem governados, as sociedades mais justas ou a democracia mais limpa. Dizem que as redes sociais até ajudaram a derrubar ditaduras árabes e pode ser que sim, da mesma maneira que ajudam a derrubar tudo o resto, incluindo regras de vida em sociedade e direitos individuais.....Mas ninguém me convence que seja saudável.” MSTavares- Jornal Expresso-caderno pp- 28 de Maio.
Hoje em dia, a eficiência organizacional é definida pelo trabalho colaborativo em rede, num ambiente social também ele predominantemente dominado pelas redes.
As trocas de saberes e experiências (de informação e conhecimento, afinal) é o que faz os cérebros humanos reagirem a propósito, estimulando a imaginação para o impulso de resposta pertinente (inovação).
Posto isto, ousemos, na oportunidade que o mundo novo da web 3.0 e da iCloud nos abrem.
Lisboa, outubro 2011

Etelberto Costa

Novas formas de ensinar e aprender

Numa economia do conhecimento, o indivíduo é o criador do conhecimento, e as relações sociais são a moeda corrente. Nos dias que correm esse profissional, em especial os líderes, são os percursores da utilização das tecnologias sociais e devem reconhecê-las. Estamos numa época de “walking the talk”.




Ora com o advento da web 2.0 e das tecnologias sociais o campo para uma aprendizagem informal, instantânea, cresceu exponencialmente. Existe uma grande oportunidade de se refrescar o orçamento da Formação, poupando muito dinheiro (“Value your Money” afirmou-se no Encontro Nacional da APG de 2010) e retirando maiores vantagens nas competências. Claro que é preciso passar por cima do “campo de urtigas” e aceitar que pode haver “ervas daninhas que danifiquem o nosso belo relvado verde”. Mas não é assim na aprendizagem formal e em especial quando ela é feita em sala? Qual o Líder que está satisfeito com os resultados da Educação/Formação que se tem feito?



Os Formadores & Coaches APG aportam a esta visão e estão empenhados nesta transformação de paradigma, como nunca antes enfrentámos: abandonar o egocentrismo da Formação centrada no Formador, para uma Aprendizagem focada no sujeito aprendente. Sair do espartilho regulador (e regulamentador) que exige cumprir a Formação pela obrigatoriedade, quando o que se precisa é agir pela necessidade e interesse.



No final da Era Industrial o “gás” da Formação (formal) aparece com os dias contados e, apesar, dos muitos “resistentes” (Hoje ameaçados como “velhos do Restelo”) a aprendizagem informal e não formal, muito claramente a que é sustentada em tecnologia (porque esta rastreia todo o percurso individual e comete a uma certificação).



A criação de valor migrou daquilo que podemos ver (ou observar) para o intangível (casos da Google e Facebook, por exemplo).





O PAPEL DOS LIDERES DA APRENDIZAGEM

A Tarefa dos líderes da aprendizagem (designação que preferimos à de gestores de formação) está a tornar-se num inferno, na transição das organizações da Era Industrial (centrados no “mindset” da lógica, da certeza, das fronteiras bem definidas….) para uma Era do Conhecimento, em que impera a “gestalt” da Rede (centrada na interacção, na auto-regulação, na incerteza, na autonomia, em ilimitado potencial transfronteiriço…).



O que pode fazer um Líder da aprendizagem para ter decisões sustentadas num ambiente de expansão contínua do trabalho em rede, que flui de forma cada vez mais rápida, de modo a delegar poderes nos seus membros, produzindo impactos inesperados e em formas não prevista? O que fazer?



Etelberto Costa

Lisboa, 09 de outubro 2011